Correio do Barone
última atualização desta seção: 25/09/99

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(foto gentilmente cedida por Rômulo Ordine)

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Confira as respostas!

Saudações, "Galo Magro"!! O que mais me impressiona no seu trabalho é a precisão impecável com que conduz os rítmos. A respeito disso, queria lhe perguntar se tem o costume de estudar com o metrônomo. (José Paulo Canosa Gonçalves, 13/09/1999)

Não tenho feito isso ultimamente... Mas é bom para quem está começando.

Também aproveito para lhe perguntar se lê música. (José Paulo Canosa Gonçalves, 13/09/1999)

Não também. Sempre tive vontade de aprender, mas não tenho muito uso pra isso com o tipo de música que faço...

Barone, gostaria de saber quais os modelos de baquetas que você usou no acústico.. Queria saber também, como a baqueta influi no som da bateria. (Luiz Gustavo Machado, 13/06/1999)

No acústico, usei as Vic Firth "Route", do tipo varetas amarradas. Elas tem a área de empunhadura feita de madeira, como uma baqueta normal, só então vêm as varetas amarradas. Esse tipo de baqueta dá um som mais contido, com um certo "estalinho" das varetas batendo entre si, ideal para ocasiões onde volume não é o objetivo.
As baquetas influem sobremaneira no resultado de tocar. De cara, elas são o que realmente "toca" o tambor. Quanto melhor for o tipo de madeira, acabamento, equilíbrio, melhor será o som resultante. As variantes são as dimensões e tipo de ponta. Em geral, uma baqueta mais leve dá um som mais baixo e uma pesada, dá um som mais alto. Aí também vai depender do tipo de afinação usada no tambor, se aguda (esticada) ou grave (frouxa). Uma baqueta fina usada numa pele esticada, dá um som bem alto. Uma baqueta grossa usada numa pele frouxa, também dá um som volumoso. Os vários tipos de ponta oferecem sutilesas no som, principalmente nos pratos. Isso tudo tem a ver com a área de contacto e a "massa" da baqueta, com a pele ou prato. Quanto mais concentrada for essa área, mais volume resultará. Pura física.

Barone, dia 11/6/99 tive o prazer de ir ao show dos Paralamas em Campo Grande/RJ, e percebi que você usa a pele resposta de seu bumbo bem solta, gostaria de saber o que isso interfere no som. (Ricardo Cabral de Freitas, 13/06/1999)

A pele de resposta dá profundidade ao som do tambor. Você acha o ponto ideal ao deixá-la vibrar o suficiente, de acordo com a tensão da pele batedeira. Em geral, a tensão das duas é muito parecida.

Barone, quando se está começando (como eu), mil pessoas indicam as peles hidráulicas como sendo as melhores, simplesmente melhores!! Como se duas peles iguais da mesma marca fossem diferenciadas em qualidade (e muito) apenas por uma ser e a outra não ser hidráulica. Existe essa relação direta de qualidade entre a pela hidráulica e a comum? É possível conseguir o tom e o timbre desejado com uma pele comum sem ter que pagar a mais por uma camada de óleo entre as peles? É indicado colocar peles hidráulicas na caixa? Enfim... qual é a diferença essencial, a nível de som e pegada? Onde uma é indicada e a outra não? (Alexander da Franca Fernandes, 20/05/1999)

Oi Simone e Alexandre,
Negócio é o seguinte: a única pele hidráulica que existe se chama Evans Hidarulic. Muita gente -todo mundo- chama as Remo Pin Stripe de hidráulica. Mas TÁ ERRADO! Essa pele não tem nenhum fluído entre suas camadas, é só rasgar e ver... As peles com esse fluído, um certo tipo de óleo muito fino, tem um som meio velado, com harmônicos controlados. Mas, se usadas bem esticadas, vão cantar bastante. O cara que mais popularizou esse tipo de pele foi o Steve Gadd. São peles mais caras pelo simples fato de serem mais elaboradas na sua fabricação. Em geral, são mais indicadas para uma afinação mais para grave e apenas nos tons e surdo. Nunca vi uma no bumbo, não sei nem se fabricam com esse tamanho. Na caixa, ídem... Vale apena experimentar e ver o que você pensa da sonoridade dessas peles, assim como de outros modelos. Só então chegue às suas próprias conclusões. Posso afirmar categoricamente que as peles Evans são muito consistentes e precisas, não variando tanto de som de uma pele para outra (no caso, duas peles de mesmo tamanho e tipo) como acontece com outras marcas. Isso se deve aos mais modernos métodos usados para sua fabricação, que fazem que elas sejam super precisas para obter uma afinação bacana. Detalhe: as bordas dos tambores devem estar em perfeito estado para atingir o melhor timbre possível na afinação. Você sabia que o angulo ideal da borda (bearing edge) do tambor é de 45 graus? Isso permite que a pele se assente com precisão e faça o conjunto tambor-pele ressoar devidamenete. Se a borda de um tambor não estiver legal, certamente não se consegue um som legal. É fácil de conferir: pegue o tambor, sem as peles, coloque-o sobre uma superfície perfeitamente LISA, como um mármore ou mesa de marcenaria. Acenda uma lanterna e ilumíne o tambor por dentro - a extremidade interna inferior que está encostada na superfície. Olhe por fora. Se a luz da lanterna vasar, é sinal que as bordas do tambor não foram devidamente cortadas. Leve seu tambor a um especialísta para um melhor acabamento. Em geral, os kits mais baratos vêm com as bordas mal acabadas, pois as fábricas gastam pouco tempo na sua fabricação - outra diferença dos kits modernos para os mais caros, além do tipo de madeira usada. E por aí vai...

Barone, você tem algum tipo de cuidado com os pratos de sua bateria? (Ricardo Cabral de Freitas, 09/05/1999)

Sim. De vez em quando, meu técnico de bateria Alexandre Saieg passa um pouco do produto de limpeza da Paiste. Muito pouco, pois esses produtos são muito abrasivos. Os pratos tendem a mudar seu visual e som com o tempo, as vezes pra melhor, as vezes não. Se você cuidar bem deles, como cuidaria de outro instrumento qualquer, eles vão durar bastante. Nunca deixe-os deitados. Evite toca-los com excesso de força. Não deixe que suas extremidades batam em cimento ou outro metal, pois qualquer mossa vai gerar uma rachadura. Sempre passe uma flanelinha pra desengordurar ou enxugar pingos de suor, que provocam manchas profundas. De uma olhada na home page da Paiste. Lá tem tudo que voce deve saber sobre pratos...

Barone, estou começando a aprender a tocar bateria. Eu gostaria de saber se vale mais comprar uma no começo ou não. Também gostaria de saber onde posso achar sua video-aula e se compensa comprar uma Pearl ou uma Mapex. (Danilo Cravo Fernandes, 23/04/1999)

Para tocar bateria você precisa de uma, né? Mas por que você não tenta fazer umas aulas numa escola de música ou com um professor de bateria antes de comprar uma? Claro que comprar uma é um investimento. Não precisa comprar a mais cara, encontre uma usada legal ou compre uma nova mais baratinha. As opções são muitas. Vá a luta! Minha video-aula pode ser encontrada mais facilmente em lojas de instrumentos. A melhor bateria é TAMA, meu filho!! TAMA!! Valeu!

Barone, como você montou seu estudio caseiro que isola o som da bateria do resto da casa? Que material foi usado no revestimento do quarto (ou sala)? O resultado foi satisfatório? (Leonardo Augusto N. Dos Santos, 07/03/1999)

Alô! O orçamento é o limite pra fazer um bom isolamento. O melhor é construir paredes de blocos de cimento recheados de areia. Vai daí até caixa de ovo colada na parede. Paineis de tecido com lã de vidro por dentro, espuma acústica, vale tudo!

Barone, já aconteceu alguma vez uma cena pitoresca num show, como sua baqueta voar, ou algum instrumento quebrar no meio de uma música? (Guilherme Veroneze)

Uma vez a pele do bumbo furou... na frente de 40 mil pessoas, em Buenos Aires. Aí o Herbert cantou uma música do Fito Paez na guitarra e voz, enquanto trocávamos a pele furada. Foi até bacana. Todos cantaram com ele e depois o pau comeu de novo...

João, eu queria saber uma coisa: nos primeiros discos dos Paralamas, você tocava bateria e percussão, enquanto nos ultimos albuns você so toca bateria. Quando (e por que) voce(s) sentiu(ram) a necessidade de arrumar um percussionista? (Nathali Ferraz Silvino)

Foi uma tendência natural com a direção que nosso trabalho tomou. Mas desde 86 o Marcalzinho já gravava com a gente. O Lyra só entrou no Severino e está com a banda desde então. Fica mais fácil pra eu me preocupar só com a bateria, o que não impede que nós dois trabalhemos muito em conjunto, um dando palpite para o outro, etc...

Barone, você disse que a Pro-Mark te deixou na mão e por isso trocou de marca de baqueta... muitos músicos dizem que a Mapex também os deixaram na mesma situação. Quando você era patrocinado pela Mapex isso chegou a acontecer? (Guilherme Veroneze)

Não. A Mapex sempre foi legal. Não queria que essa declaração tivesse saído assim, falei em particular com o Eduardo sobre a Pro-Mark e ele colocou na hp... Não gosto de lavar roupa suja em público. Bem, cada caso é um caso. E se alguem não está satisfeito com alguma coisa, que se vire e resolva seus problemas, sei lá! As vezes neguinho pira com a ideia do endorsement e quer mais do que estão oferecendo...

Barone, como você se sente em relação à tietagem das fãs? Você já encheu o saco ou você ainda gosta de ser paparicado? (Laila Viana)

Cara Laila, o carinho dos fãs é algo muito valioso para qualquer artista em qualquer atividade. Portanto, nós dos Paralamas consideramos toda manifestação de carinho dos nossos fãs com o maior respeito. Sem essa de "paparicar"... Fazemos questão de não colocar degraus entre nós e as pessoas que nos procuram e tratá-las numa boa. Quem sai de casa para comprar um disco ou ver um show merece todo o respeito...

Gostaria de saber como é que você cria os arranjos para as músicas dos PDS e se, em seu processo criação, você admite a interferência de terceiros como, por exemplo, o percussionista da banda. (Marcus Vinícius Oliveira Gimenez)

Caro Marcus, trabalhar com os seus melhores amigos dá nisso: total liberdade de diálogo. O Herbert é muito bom em dar idéias para a bateria, pois ele compõe a maioria do material. O Lyra também dá boas idéias, o pessoal do naipe, o Fera. O Bi tá sempre atento ao geral sempre e sempre estamos procurando uma integração, principalmente bumbo e baixo. Vamos sempre interagindo e buscando o melhor clima para as partes da música. Não precisa dizer que eu também fico na expectativa de como o resto da banda vai tocar, e dou os meus palpites também. Andamento, refrão, pontes, especiais, parte B, etc... são alguns dos ítens sempre em questão. Aí, no final, resta uma linha média de tudo que foi "discutido" em prol da canção ou parte da música que estamos tocando.

Gostaria de saber dele se sua mão esquerda é tão veloz quanto a direita e se existe alguma técnica para deixar a "segunda" mão tão rápida quanto à mão principal. (Gustavo Berardo de Sousa)

Valeu, Gustavo. Olha, eu realmente tento trabalhar a esquerda o melhor possível. Quando tenho paciência, faço uns paradiddles e tal, mas normalmente, não tenho nenhuma receita muito especial. Sei lá, as vezes parece que "uma mão lava a outra", he! he! Me lembro do conselho que um cara me deu, e nem era baterista. Era o Marcelo Susekind - hoje produtor e técnico de som do Lulu Santos. Ele produziu o primeiro álbum dos Paralamas. Ele me pediu para experimentar o lado oposto da baqueta da mão esquerda pra dar mais volume na caixa, na hora do golpe. Aí, me lembrei do Steve Gadd, Bill Bruford e todos os bateras que eu já havia visto usando a bunda da baqueta na mão esquerda. Ultimamente, tenho usado mais o grip combinado (ambas as mãos com a mesma pegada) que o grip ortodoxo (ou pegada de jazz). Mas costumo variar muito as pegadas para não estressar a mão.

Barone, tenho uma dúvida crucial: notei que os seus tons tem um som com muita profundidade, e queria saber qual a afinação das peles de ataque e resposta. (Guilherme Marques Veroneze)

Bem, minha afinação é bem intuitiva. Não afino por nota, mas pelo timbre mesmo. Levo em conta o intervalo entre os tons e surdo - talvez terças. Procuro faze-los "cantar", controlando o sustain das peles, apertando até o limite dos harmônicos, para não "matar" o som, caso se aperte muito as peles. A tensão de ambas as peles - top e bottom - são muito próximas na minha afinação. Uma dica é experimentar varias tensões e ver como se comporta o som do tambor, ate' encontrar uma sonoridade que lhe agrade. Agora, depois que o som da bateria sai amplificado para um sistema de som, sempre rola um algo mais, parte da magica do rock and roll...

Barone, qual a sua opinião sobre o uso de triggers? (Guilherme Marques Veroneze)

Guilherme, trigar um tambor é um recurso muito eficaz para melhorar o som da bateria, mas pode incorrer em "pobremas". Depender de uma tomada para tirar o som do seu tambor é uma "roleta russa". Os problemas mais comuns são o "falso trigger" - quando a sua interface não está regulada devidamente para a intensidade do golpe no tambor, captando qualquer sinal adjacente - vibrações etc., disparando o som do trigger indevidamente.. Ou ainda algum "crepe" no equipamento (captadores ou interface ou no gerador de som - sampler ou módulo de som. Para confiar nesse equipamento, é necessário estar com todas as garantias de que ele vá funcionar bem, pra não pagar mico; ter um estabilizador de voltagem, por ex. Alem disso, é preciso "adequar" a forma de tocar com a maneira que a interface "lê" como você toca, mais forte ou mais fraco, etc. O lado bom é que "trigar" ajuda a dar menos trabalho para equalizar o som na mesa, pois o som já vem "pronto" na fonte (sampler ou módulo de som etc.). Mas dá trabalho... Nota - interface é o equipamento que traduz a pancada no tambor em informação MIDI, para gerar o som dentro do sampler ou módulo de som (Alesis D4, Akai s2800, etc.). As vezes, um som sampleado "complementa" um som natural do tambor, gerando um outro som peculiar. O uso de samplers é um recurso muito "requintado" numa mixagem ou ao vivo...

Agora como endorsee da Tama, o que você alterou em seu setup? Você incorporou ou retirou alguma coisa que usava antes ou manteve a configuração apenas trocando a batera? (Luiz Carlos Wischansky)

Estou usando uma segunda caixa de 14x5", de cobre martelado, com uma afinação mais grave para algumas músicas do show. Fora isso, tá tudo com os mesmos tamanhos que sempre usei...

Você tem alguma opinião sobre o Tension Watch, espécie de afinador desenvolvido pela Tama? (Luiz Carlos Wischansky)

O Tension Watch é um instrumento de precisão muito útil. O problema é que ele não é indicado para ser usado com aros tipo "Die Cast", ou aros fundidos. São os que eu uso nos meus tambores. A leitura da tensão da pele pode ser um pouco enganosa. Ele é indicado para os aros "Triple Flange", os aros "dobrados", mais comuns nos tons e caixas de 8 tarrachas. Aí parece que ele funciona legal.

Barone, existe alguma diferença entre tocar com pedal duplo ou dois bumbos? (Leonardo T. Neves)

Sim, Leonardo. Dois bumbos podem até aparecer mais, mas ocupam muito espaço, não acha? É uma questão de gosto, no final. Mas no fundo, não vi ninguém fazer mais com dois bumbos do que se pode fazer com um pedal duplo, salvo alguma diferença sutil no som - tem gente que usa uma afinação para cada um. Tem maluco que usa três ou quatro bumbos, de vários tamanhos. No lado contra do pedal duplo, eles tendem a quebrar mais fácil do que seria com o uso de outro bumbo, devido ao seu mecanismo mais sutil. É um pouco mais demorado de achar a melhor regulagem de tensão... considere também que um pedal duplo é mais barato que um segundo bumbo.

Barone, você já pensou em abrir aqui em São Paulo um instituto de bateria? Algo do tipo "Vera Figueiredo". Acho que com o super potencial que você tem, iria fazer muito sucesso. Eu, por exemplo, sou baterista e tenho sua video aula, e seria uma honra muito grande pra mim aprender no "Instituto de Bateria João Barone". (Eduardo)

Caro Eduardo, não está nos meus planos algo parecido... Porém, espero poder voltar com workshops assim que estiver tudo ok com meus patrocinadores. Fique ligado! Acho que eu é que vou entrar na escola da Vera...

Em um show em São Paulo vi o Barone usando baquetas Vic Firth. Portanto, poderia me dizer se é mesmo a baqueta Pro-Mark que você está usando?

Bem, anota aí: depois do cara da Pro-Mark me deixar um ano esperando pelas baquetas, assinei com a Vic Firth. Tudo no maior profissionalismo. Logo vão chegar nas lojas um modelo autografado meu. Nada mal, né? Baquetinha boa, essa... Já estava testando uns modelos nos shows do Olympia...

Gostaria de saber qual o tipo de exercício que ele recomenda para desenvolver uma melhor técnica de bumbo. (Vinícius Trindade)

Qualquer exercício vale, mas o importante é executar lentamente e com firmeza de início, para só depois buscar velocidade na hora de tocar. Escolha a maneira de usar o pé: com a planta sobre a sapata ou só a ponta do pé no extremo da sapata (heel down ou heel up). As vezes a técnica de heel up é mais recomendada para "dobradas" e mais rapidez.

Gostaria de saber tudo sobre a caixa do Barone. Desde acabamento até (principalmente) as peles e afinação. (Diogo Veiga)

Tenho uma "coleção" de caixas de várias marcas, materiais e tamanhos. Atualmente estou usando Tama Star Classic, Air Rid (que fica suspensa) de 5x14" de mapple (como é que chama essa madeira em português mesmo?). As peles são Evans Genera Dry e Ressonant Snare 300. Minha afinação é bem esticada.

Por que não você faz nenhum workshop? (Diogo Veiga)

No momento, estou muito ocupado com os shows. Mas vou voltar a fazer alguma coisa até o fim do ano, durante a tour mesmo. Gosto muito dos workshops, e estou programando uns em São Paulo para breve...

Qual o clip mais legal que você já fez?

O da Lourinha é bem legal, assim como o Uma Brasileira... sei lá, sou suspeito...

O que você tem escutado atualmente, principalmente em relação a bandas de Ska?

Gosto de ouvir gravações de época das bandas de ska jamaicanas, pouca coisa nova. Tem uma coletânea de um selo japones com bandas novas bem legais (são muitas pra lembrar uma...) além de Rancid (não é bem ska puro...), Mighty Bostonians...

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Eduardo Sztokbant (Webmaster)