
(foto exclusiva gentilmente cedida
pela amiga Lilian)
Geral
Prólogo
Barone com os Paralamas
Barone sem os Paralamas
Epílogo
Nome: João Alberto Barone Reis e
Silva
Apelido: Galo magro
Data de nascimento: 5 de Agosto de 1962
Família:
Pais: João de Lavor Reis e Silva e Elisa Barone Reis e Silva
Filhas: Laura Moreira Barone e Clara Moreira Barone
Irmãos: João Henrique, João Guilherme, Maria Elisa (todos mais velhos)
Hobbys: Quando tem tempo, gosta de jogar tênis, andar de bicicleta ou
pegar o carro e viajar.
Ídolo: Stewart Copeland

Stewart Copeland, do Police;
grande ídolo e principal influência de João Barone.
Barone tem o dom. Acho
que essa é a definição mais correta para esse excepcional baterista que começou
a tocar na brincadeira, por acaso. Sempre achou legal ver um baterista tocando.
Foi incentivado por seu irmão, que tinha uma banda e deu-lhe a chance de sentar
numa batera pra fazer um som. Então tocou de ouvido a introdução de "Ticket
to Ride". Seu irmão até hoje conta: "Pô, foi impressionante porque
você subiu na bateria e já foi Tum-tá-tum-tá-tum". Esse foi o pontapé inicial
para que Barone começasse a tocar.
Porém levou certo tempo para que decidisse realmente ser baterista. Só o fez
quando, em 1978, em São Paulo, assistindo TV, viu o Police. Pronto. Foi "amor
à primeira vista". "Chapado" com o "batera", como ele
mesmo diz ter ficado, disse a si mesmo: "Quero ser baterista".
Começou tocando com alguns amigos da universidade, sem grandes pretensões e
sem estudar; apenas ouvia as batidas dos discos do Led Zeppelin e Cream e tocava
de ouvido. Mesmo sem ter estudado, Barone recomenda arrependido: "Há 16
anos, se eu tivesse tido oportunidade de ir a uma escola ou a um conservatório
qualificado, é claro que teria ido. Só não sei se a história seria a mesma...
(risos)".
Barone considera a maneira
como conheceu Bi e Herbert muito especial. Aconteceu por acaso. Chamado às pressas
para substituir o então baterista do grupo Vital Dias (inspirador do 1º hit
da banda, "Vital e sua Moto") que inexplicavelmente não comparecera
ao Festival da Universidade Rural do Rio de Janeiro, o estudante de biologia
aceitou o convite/desafio e se juntou à dupla. Foi apresentado pelo "Super",
um amigo comum entre ele e Bi, e preencheu na boa o espaço deixado por Vital.
Rolou uma preparação de última hora onde Herbert mostrou mais ou menos o "rock
n' roll" que seria tocado. O entrosamento foi instantâneo. A reação muito
legal do público fez com que aquela fosse a festa do evento.
Mais tarde, Barone e Bi passaram a se encontrar na faculdade, onde combinavam
de "fazer um som". Ensaiavam na casa da vó do Bi (que inspirou o hit
"Vovó Ondina é Gente Fina"). Acabaram por gravar uma demo e mandá-la
para a rádio Fluminense. "Vital e sua Moto" explodira. O pontapé inicial
fora dado.
Barone já participou de vários trabalhos independentes dos Paralamas do Sucesso. Gravou a vídeo-aula "João Barone dá o Toque" (96) e também gravou com vários artistas. Segue abaixo a relação desses trabalhos...
Los Djangos, (98): Barone produziu
e roubou as baquetas em algumas faixas...
Arnaldo Antunes, (98): vai sair
logo. Reggae chamado "Stop the Crime".
Lenine, (97): faixa do "Ano
em Que Faremos Contato", "Hoje Eu Quero Sair Só".
Paulo Ricardo, (97): álbum cover,
Barone gravou "Agora Só Falta Você", da Rita Lee.
Humberto Efe, (95): várias faixas
no solo do ex Picasos Falsos.
Titãs, (94): álbum "Domingo",
faixa "Eu Não Vou Dizer".
Marina Lima, (92): álbum "Gravida",
faixa "Gravida".
Kid Abelha, (90): álbum "Kid",
faixa "Cantar em Inglês".
Ed Motta/Conecção Japeri, (88):
Barone foi chamado pra produzir o primeiro disco onde toca em "Manoel"
e em mais uma ou duas faixas. Um dos favoritos dele.
Jorge Benjor, (88): faixa "Homem
de Negócios", que depois saiu no disco "Benjor". Nesse disco
Barone gravou mais umas faixas: "Mama África" e "Miss X".
O disco começou com o Liminha na produção e terminou com o Nando Reis.
Gilberto Gil, (87): uma música
em inglês que continua inédita.
Fábio Fonseca, (87): Barone produziu
o disco pela WEA. O Fábio sempre foi amigo dos PDS antes deles gravarem e hoje
é um conceituado produtor ( Marina, Fernanda Abreu, etc...). Em 91 Barone foi
chamado pra tocar numa faixa de um CD "Fábio and Friends", pela Polygram.
Chamava "Lentes de Contato".
Fausto Fawcet, (86/93): no álbum
que tem a Silvia Pfeiffer na capa, na faixa "Ciccolina" (WEA). Depois,
no álbum "Básico Instinto", em todas as faixas (Sony).
Ultraje a Rigor, (85): álbum "Nós
Vamos Invadir...", faixa "Maximilian Sheldon".
Rita Lee, (85): álbum "Rita
e Roberto", várias faixas num dos discos favoritos de Rita Lee.
Leo Jaime (84/85/86): cover de
"So Lonely" do Police, "Solange" (a secretaria de censura
da época, junto com PDS e Paula Toller); depois foram duas faixas no álbum "Vida
Difícil" (86) no qual gravou as músicas "Briga" e "Prisioneiro
do Futuro".
Eduardo Dusec, álbum "Brega
Chique" (84): várias faixas com PDS.
Os Paralamas sem os Paralamas
(98): CD homenagem a Jakson do Pandeiro.
Regravaram a música "Um a Um", do álbum "Bora Bora" (88)
(95/96/98): Série de CDs "Song
Book" (Almir Chediak). No CD de Gilberto Gil (95) os Paralamas
gravaram "Refazenda". No de Djavan (96), gravaram "Açaí".
No de Marcos Valle (98), gravaram a faixa "Mustang Cor de Sangue".
(91): Disco em homenágem a
Ronaldo Bastos, compositor parceiro de Milton Nascimento. Gravaram
a música "Nada será como antes".
(91): Disco solo de Claudio
Zoly (ex integrante da banda carioca "Brylho", nos anos 80).
João e Bi gravaram a música "Quero te Fazer Feliz".
Epílogo
Barone planeja dar seqüência à sua vídeo-aula. Aguarde, em breve, por um segundo volume, possivelmente em CD-ROM.